Da prancheta ao digital, avanços na coleta de dados

As informações estão circulando com uma velocidade cada vez maior. As empresas precisam se organizar para serem ágeis no momento de coletar e analisar os dados disponibilizados. 

Antigamente, era necessariamente necessário o uso de pranchetas, colocar entrevistadores nas ruas, horas de tabulação, com os avanços da tecnologia, esse processo tornou-se muito mais simples. 

O número de usuários na internet aumentou nos último anos, dessa forma, se tornou muito mais viável para os  pesquisadores utilizarem ferramentas virtuais para a coletar de dados.

A internet se tornou uma ótima fonte de pesquisa, pois permite, simultaneamente, coletar dados de consumidores, potenciais clientes e curiosos que acessam as redes todos os dias. 

O poder da internet está na sua acessibilidade, que acontece por meio da popularização dos smartphones. Nesse campo, as entrevistas atingem um incontável número de respondentes através de um custo baixo.

Mas a entrevista online não reina absoluta na digital, entre os métodos possíveis estão:

Entrevista face-to-face: 

É aquele antigo método de fazer entrevista cara a cara. Entre os pontos positivos está a possibilidade de flexibilidade e adaptação. O entrevistador pode apresentar a importância das respostas e utilizar manobras psicológicas para conseguir a entrevista.

Mas nós não podemos esquecer dos pontos negativo! Existe o alto custo e o tempo investido em cada entrevista nesta metodologia.

Via telefone:  

Se comparado com a face-to-face, essa entrevista consome menos tempo, no entanto pode existir o receio dos entrevistados em passar informações por telefone. Outro ponto é conseguir reunir o número de telefone do público desejado.

Método online de pesquisa: 

Esse tipo de método é mais rápido e barato. O baixo custo inclui a economia de impressão de questionários e de tempo que seria gasto com digitação dos dados. As entrevistas acontecem de forma mais rápida já que as respostas são entregues em questão de segundos e a tabulação dos resultados pode ser feita eletronicamente e disponibilizada em tempo real.

Esse método possui ainda a vantagem de uma ausência de interferência dos entrevistadores, resultando em respostas mais honestas e fiéis. A distância social dessas entrevistas possibilita que temas polêmicos sejam abordados de maneira mais leve.

A desvantagem está no fato de que a taxa de respostas pode ser influenciada pela quantidade de emails que são desviados, ou seja, aqueles que o endereço estava errado ou desatualizado. Ainda pode acontecer das pessoas não entenderem as perguntas ou ficarem irritadas e desmotivadas e resolverem não responder. 

Qual método escolher? Tradicional ou Digital?

Em primeiro lugar, sem dúvidas o método face-to-face é o melhor para pesquisas quantitativas e etnográficas, pois nesses casos é necessário um olhar mais humanizado durante a condução das entrevistas. Temos que pensar também que a população de classe social mais baixa e com idade avançada não tem fácil acesso à internet e mesmo que tenham acesso nada garante que o link da entrevista chegará até eles. 

No entanto, o Brasil é enorme e existem especificidades em cada região. Sem a necessidade de um entrevistador a pesquisa digital consegue alcançar uma grande área, e os entrevistados têm a possibilidade de responder onde estiver e no momento que quiser. Além disso, o baixo custo das pesquisas pela internet, permite que não só o Estado e grandes empresas tenham a capacidade de coletar dados, democratizando o acesso à esse tipo de informação. 

Desse modo, um método não é melhor que o outro, apenas supre necessidades diferentes. Ao escolher o método tenha em mente qual a segmentação de público deseja atingir. 

Os dados coletados de forma correta irão te auxiliar na conquista de  um conhecimento aprofundado sobre como seu público alvo está lidando com seu produto e com isso, será possível direcionar suas ações. 

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Até logo!